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A questão da educação para as pessoas, para os entes, para as instituições e entidades.

Em todos os relacionamentos, sejam entre humanos, sejam entre entes, sejam entres e humanos, sejam entre humanos e entidades, entrem pessoas e humanidade, são saudáveis quando há um respeito mútuo.


Essa consideração é inicial e antecede aos relacionamentos pois o respeito permite que tudo seja colocado em igualdade de situação e possibilite linguagem comum, sensibilidade e racionalidade.


Quando digo entes, digo todas e quaisquer, sem materiais e não.


Quando digo entidades, digo todas as criadas pelas pessoas e pela necessária humanização, inclusive as que exigem governança, e sendo assim criadas a serviço das pessoas e da humanidade.


Cabe ainda ressaltar que essa igualdade para o relacionamento deve respeitar a singularidade de cada humano, entidade, sejam uma relação duradoura ou momentânea.


Portanto, o respeito mútuo precisa levar em conta que não há dois entes, dois seres humanos iguais, porque quando criados, é criada também a suas singularidades e estas convivem com a qualidade também com as repectivas qualidades e por isso eu digo que um ser humano é unico e também é generíco, graças a uma visão surgida dos estudos de Edgar Morin e outros, do paradigma da complexidade.


Esse paradigma substitue os demais paradigmas que são baseados na simplificação dos estudos, do conhecimento e das relações de senhor e escravo, do dono e de empregado, de diretor e funcionário, de reinado e de súdito, de governo e de cidadão.


No entanto, os estudos da complexidade não eliminam, não desconsideram, não deixam de lado, tudo o mais estudado antes, permitindo uma re-visão de conhecimentos "fechados" para combinação de estudos sendo abertos e sendo estudado.






 
 
 

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