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O esporte precisa ser uma diversão?

Atualizado: 28 de jul. de 2021


O mais contagiante da medalha da Rayssa não é a medalha, nem o fato dela ter 13 anos. O que contagia é ver que ela estava ali pra se divertir!!! A diversão dela parecia se sobrepor à competição! E se divertiu como uma menina de 13 anos se diverte! Só que, como estava em uma Olimpíada, a diversão lhe valeu uma medalha olímpica! Quem dera ver esse espírito presente sempre no esporte, onde prevalecem os ícones, não os seres humanos. Atletas divirtam-se como uma menina! Ainda dá pra se acreditar em fadas!!!!


O texto no Facebook de Sergio Santos fala de uma menina de 13 anos que se diverte na Olimpiáda e com ese espírito acabou ganhando uma medalha olímpica que se realiza neste momento no Japão.


Com autorização dele, reproduzi aqui em cima objetivando, como já fiz em outra postagem neste nosso blog, sobre a questão de esportes que deixa de ser uma diversão e se transforma em uma luta de quem é o melhor e por isso recebem honrarias e até bens materiais, inclusive dinheiro.


A conversa está lançada para que todos que desejarem conversar a respeito.


ANANDA PORTILHO qua., 28 de julho de 2021 2:26 PM·2 minuto de leitura GUARULHOS, SP, 28.07.2021: RAYSSA-LEAL - Rayssa Leal, a Fadinha, skatista de 13 anos, medalha de prata nas Olimpíadas de Tókio 2020, desembarca no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na madrugada desta terça (28). (Foto: Paulo Lopes / BW Press / Folhapress)MaisIMPERATRIZ, MA (FOLHAPRESS) -


De skate na mão, Lívia Macedo, 7, esperava a medalhista olímpica Rayssa Leal no aeroporto Renato Cortez Moreira, em Imperatriz (MA). "Eu a amo porque também amo andar de skate", diz a menina.

Os olhos da garota fitavam o carro dos bombeiros que fez um breve desfile com a skatista pela cidade, mesmo diante do pedido da medalha de prata em Tóquio, na manhã desta quarta (28), para que os conterrâneos não a recepcionassem devido ao risco de contaminação por Covid-19. Pouco adiantou.

A chegada da skatista a Imperatriz, a cerca de 600 quilômetros da capital, São Luís, movimentou o município que abriga pouco mais de 260 mil habitantes. Além de Lívia, outras crianças acompanharam o evento, como Lucas Carneiro, 8. "Tô muito ansioso. Foi legal vê-la pela TV. Fiquei acordado até tarde." O desembarque ocorreu às 11h, horas depois de a skatista chegar ao Brasil pelo aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Lá, Rayssa posou para fotos, andou de skate, foi recepcionada por Sandro Dias, o Mineirinho, diretor da Confederação Brasileira de Skate, e exibiu a medalha conquistada nas Olimpíadas.

Em Imperatriz, reencontrou o pai, Haroldo Leal, e o irmão, Arthur Leal, 7, já que durante a competição em Tóquio a atleta foi acompanhada somente pela mãe, Lilian Mendes. De mãos dadas, seguiram para a janela do aeroporto, e a menina acenou para o público que se reuniu para esperá-la.

Com o cancelamento da recepção, anunciado por Rayssa horas antes, a skatista de 13 anos participou apenas do desfile em carro aberto. A programação terminou por volta de 13h, na praça Mané Garrincha, cujas pistas de skate foram isoladas para uma apresentação da atleta, algo que também foi cancelado.

Nas redes sociais, a skatista disse que "queria muito receber o carinho de vocês, mas infelizmente não é o momento". "Cancelei minha recepção para evitar aglomeração. Então, evitem, por favor, ir ao aeroporto."

Nos cerca de 15 minutos que Rayssa permaneceu no local, ouviu gritos de "nós te amamos" e mandou beijos para os fãs que se aglomeraram ao redor do veículo. A medalhista também jogou para o público um boné oficial da seleção olímpica, item que o padeiro Joanir Pires conseguiu pegar. "Tô muito feliz. Emoção muito grande. Eu a vi crescendo aqui na praça, andando de skate, e agora recebi esse presente."

Rayssa saiu do caminhão dos bombeiros direto para um carro particular e não falou com a imprensa. A família informou que a menina vai descansar e deve se pronunciar depois, em uma entrevista coletiva.


 
 
 

1 comentário


professoraclo
professoraclo
27 de jul. de 2021

Sobre o fato de se divertir no esporte, concordo plenamente, porque precisamos nos degladiar para conseguirmos medalhas? A luta começa quando cada atleta se prepara em seu dia a dia. A batalha final pela medalha deve ser um show aos espectadores, deve ser o palco para cada atleta mostrar o que preparou para conseguir merecer estar ali.

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