Eixo o começo de tudo deste blog: os paradigmas.
- Blog coordenador Angelo Ricchetti

- 4 de jul. de 2020
- 1 min de leitura
Eixo o começo de tudo deste blog - Paradigmas, atual e da complexidade, são determinantes para conhecer e adequar cultura, crenças, sentimentos, razão e formas de pensar e agir.
Vamos conversar sobre paradigmas como primeiro ponto. Um lembrete: Esperamos que não utilizemos de termos sofisticados e assim nossa conversa pode ser a que fazemos todos os dias em todos os lugares e momentos.

Link para podcast sobre paradigma da complexidade


Eixo o começo de tudo deste blog: os paradigmas.
Aproveito o texto abaixo de uma viagem à Patagonia escrito por meu ex colega de faculdade e amigo maravilhosa para a gente perceber que o ser humano se adapta à natureza de onde vive, bem como essa natureza se adapta ao ser humano. Enquanto existir esse equilíbrio precário, tudo bem.
A TERRA É REDONDA - Na Patagônia - 16/07/2020
Por AFRÂNIO CATANI*
Comentário sobre o livro de Bruce Chatwin
No final da década de 1920, em uma de suas constantes viagens ao Brasil, o escritor franco-suíço Blaise Cendras (1887-1961), arguto observador, escrevia com humor sobre São Paulo. Falava que “Aqui não se conhece a Liga do Silêncio / Como em todos…
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Abaixo um ótimo texto que aproveito para postar aqui como um exemplo do paradigma da complexidade, por perceber como uma ciência se mescla com outro, ou se desdobra em outro.
Como filósofa, o que lhe interessa na psicanálise e por quê?
Alenka Zupančič é uma filósofa eslovena cujo trabalho se concentra na psicanálise e sua relação com a filosofia continental.
A psicanálise não é simplesmente uma prática terapêutica. É – talvez acima de tudo – uma invenção conceitual impressionante que tornou possível essa nova prática. Nesse sentido, a psicanálise também é algo que “aconteceu” à filosofia e frente a qual a filosofia não pode permanecer indiferente, como se nada tivesse…
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https://www.listennotes.com/podcasts/complexidade-angelo-lourival-ricchetti-nZy0Awrsu6g/
nestes podcasts você pode conhecer mais sobre o que determina as várias culturas e como pensamos, agimos, sentimos e, muitas vezes, nos deixamos ser dominados.
A CULTURA DA COMPLEXIDADE E A COMPLEXIDADE DA CULTURA
A palavra cultura possui, como sabemos, múltiplas acepções. O que nos interessa é a acepção fundamental, que se refere a seu aspecto produtivo e produtor: a cultura como elemento frutificador. Nesse sentido, a cultura não é apenas a hermenêutica do entorno, mas pode ser também aquilo que permite interpretar esse entorno das maneiras menos redutoras e unidimensionais possíveis. A partir desse ponto de vista, a cultura não somente produz, mas também permite pensar aquilo que produz. A cultura deve, por sua vez, cultivar-se e contextualizar-se, pois a relação entre aquilo que sabemos e conhecemos, por um lado, e o mundo, por outro, é uma relação co-produtora. Segundo Mogoroh Maruyama, todas…
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Lucas Mendes | Tecnologia e Humanização
https://www.youtube.com/watch?v=FY5ijYPxVrQ
Vamos poder debater bastante sobre este tema neste eixo.